Módulo 02Prática avançada
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Curso de Arbitragem Grátis Online com Certificado
Um árbitro resolve conflitos de forma privada e vinculante, decidindo controvérsias entre partes que escolheram previamente essa via. O mediador, diferente, organiza o diálogo para que as próprias partes construam uma solução. Curso de arbitragem ensina os fundamentos legais, procedimentais e éticos dessa profissão em exercício extrajudicial, sem depender do Poder Judiciário.
- 240h de carga horária
- 1ª matrícula grátis
- Certificado com QR de verificação
- Certificado emitido é seu para sempre
O que você vai aprender
- Compreender os fundamentos de Arbitragem e seus principais termos
- Identificar quando e como aplicar Arbitragem em situações reais de estudo, trabalho ou projeto pessoal
- Seguir um cronograma organizado para evoluir com consistência
- Praticar com exercícios guiados, checklists e estudos de caso
- Reconhecer erros comuns e critérios de qualidade antes de avançar
- Construir um plano de continuidade após a conclusão da trilha

O curso inteiro em uma página
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Certificados e documentos da formação
Ele é a credencial principal da formação. Título profissional, registro internacional, declaração de matrícula e proficiência internacional são documentos complementares, cada um com número próprio. Cada documento sai com número de registro público e QR Code de verificação.

Faculdade Perto
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Arbitragem
por conclusão do programa de formação de 240 horas e aprovação nas avaliações
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Emitida no ato da matrícula: comprova o vínculo com o curso desde o primeiro dia, com registro próprio e QR de verificação.
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O registro é público e verificável de qualquer país — a versão internacional acompanha o título profissional.
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O que é árbitro e mediador de conflitos e o que faz?
Um árbitro resolve conflitos de forma privada e vinculante, decidindo controvérsias entre partes que escolheram previamente essa via. O mediador, diferente, organiza o diálogo para que as próprias partes construam uma solução. Curso de arbitragem ensina os fundamentos legais, procedimentais e éticos dessa profissão em exercício extrajudicial, sem depender do Poder Judiciário.
A arbitragem é um meio privado, institucional ou independente, destinado à solução de controvérsias. As partes estabelecem uma convenção arbitral (cláusula contratual ou compromisso separado) que formaliza a submissão ao método. O árbitro examina os fatos, ouve ambos os lados, preserva independência e imparcialidade, oferece igualdade de tratamento, e profere uma decisão fundamentada chamada sentença arbitral. Fonte: Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação, cap. 5 e 8.
A sentença arbitral produz efeitos equivalentes aos de uma sentença judicial transitada em julgado, funcionando como título executivo. Quando impõe uma obrigação, pode servir direto para execução sem nova decisão sobre o mérito. O procedimento é conduzido em esfera privada, com procedimentos em sua maioria sigilosos, oferecendo rapidez, flexibilidade e possibilidade de escolher julgadores especializados na matéria. Fonte: Arbitragem - Um Novo Campo de Trabalho, cap. 1.
Para quem é o curso de arbitragem?
Este curso serve para quem quer estruturar carreira como árbitro ou mediador sem depender do Poder Judiciário. É indicado para advogados que desejam ampliar atuação em resolução extrajudicial de conflitos, profissionais de gestão de conflitos, especialistas em contratos que precisam dominar a via arbitral, e gestores de empresas que lidam com controvérsias comerciais. Também é caminho para consultores independentes que querem atuar como terceiros imparciais em negociações empresariais.
Qualquer pessoa com ensino médio completo pode aprender arbitragem e mediação. Não exige formação jurídica prévia, embora advogados encontrem aplicação imediata nos contatos. O conteúdo estrutura conhecimento que vai da teoria até procedimentos práticos: você descobre como funciona uma cláusula compromissória, o princípio da competência-competência, as fases de uma audiência arbitral e como uma sentença adquire força executiva equivalente à judicial. Profissionais em transição de carreira, consultores de compliance e especialistas em contratos internacionais também se beneficiam.
Como funciona a matrícula grátis?
A matrícula é gratuita de verdade: primeira inscrição no curso não custa nada, sem asterisco escondido nem pegadinha. Você acessa todo o conteúdo da plataforma, assiste aulas em vídeo, lê materiais em PDF, responde exercícios e, ao término, recebe certificado digital sem pagar nada na matrícula inicial.
- Acesse o formulário de inscrição e preencha nome, email e senha.
- Confirme o email clicando no link que enviamos (leva 2 minutos).
- Faça login com suas credenciais.
- Procure o curso “Arbitragem” no catálogo de +5.000 cursos gratuitos.
- Clique em “Matricular” e pronto: acesso liberado imediatamente, nenhum cartão de crédito solicitado.
Você pode assistir as aulas no seu ritmo, quantas vezes quiser, durante o período que a matrícula estiver válida (varia conforme instituição). Se quiser certificado impresso ou versão em inglês, essas opções adicionais têm custo separado e completamente opcional. A matrícula em si, incluindo acesso completo às aulas e certificado digital, é 100% gratuita na primeira inscrição.
O que você aprende no curso de arbitragem?
O currículo divide-se em fundamentos legais, procedimento arbitral e ética da profissão. Você domina a Lei nº 9.307/1996 (Lei de Arbitragem brasileira), o Acordo de Arbitragem Comercial Internacional do MERCOSUL, convenções interamericanas e o regime da arbitragem internacional. Aprende a diferenciar cláusula compromissória (acerto prévio no contrato) de compromisso arbitral (decisão após o conflito surgir), e compreende a autonomia da cláusula arbitral mesmo quando o contrato principal é nulo.
Módulo 1: Conceitos Fundamentais — O que é arbitragem, mediação e conciliação. Diferenças entre heterocomposição (árbitro decide) e autocomposição (partes constroem solução). Convenção arbitral como gênero que abrange cláusula compromissária e compromisso arbitral. Arbitragem institucional versus arbitragem ad hoc.
Módulo 2: Procedimento Arbitral — Fases da arbitragem desde a instauração até prolação da sentença. Direitos e deveres das partes, do árbitro e do tribunal arbitral. Flexibilidade procedimental: como as partes definem regras ou delegam à instituição arbitral. Audiências arbitrais, produção de provas, questões sobre jurisdição. Princípio da competência-competência que permite ao tribunal arbitral decidir sobre sua própria jurisdição.
Módulo 3: A Sentença Arbitral — Estrutura, requisitos formais e eficácia da sentença. Por que a sentença arbitral é título executivo judicial. Fundamentos de nulidade e impugnação. Quando a sentença ultrapassa poderes concedidos ou deixa de decidir parte do litígio. Distinção entre sentença arbitral nacional e estrangeira conforme local de prolação.
Módulo 4: Limites Legais e Direitos Indisponíveis — Arbitragem não funciona para todas as controvérsias. Questões como guarda de filhos, crimes e direitos indisponíveis permanecem fora do escopo arbitral. No campo trabalhista, núcleo mínimo de proteção do trabalhador não pode ser livremente afastado, embora efeitos patrimoniais admitam margem de negociação. Fonte: Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação, cap. 5.
Módulo 5: Arbitragem Internacional — Convenção Interamericana sobre Arbitragem Comercial Internacional. Decreto de execução do Acordo MERCOSUL em vigor desde 9 de outubro de 2002. Tecnologias digitais que favorecem arbitragens com participantes em países diferentes. Como determinar se uma sentença é considerada estrangeira (local de prolação é o critério territorial).
Módulo 6: Ética e Independência — Impedimentos do árbitro, critérios de imparcialidade e conflito de interesses. Responsabilidade civil do árbitro. Sigilo dos procedimentos e proteção de dados. Ressarcimento de custas e honorários.
Técnicas e práticas da profissão de árbitro
A prática arbitral combina técnicas procedimentais, análise jurídica e gestão de comunicação entre partes. Durante uma audiência de arbitragem, o árbitro estrutura apresentações das partes, examina provas, faz perguntas que esclareçam fatos controvertidos e garante que ambos os lados recebam tratamento igualitário. O procedimento arbitral admite que as partes estabeleçam suas próprias regras ou atribuam essa tarefa a uma instituição arbitral ou aos árbitros. Essa autonomia contribui para tramitação menos burocrática. Fonte: Arbitragem - Um Novo Campo de Trabalho, cap. 1.
Técnica 1: Condução de Audiências — O árbitro abre espaço para que cada parte apresente sua posição, interroga testemunhas, solicita esclarecimentos sobre documentos e evita interrupções que prejudiquem igualdade de tratamento. A audiência segue cronograma definido pelas partes ou pelos árbitros, com flexibilidade para ajustes. Tecnologias digitais permitem que participantes em países diferentes participem por videoconferência, reduzindo custo e deslocamento.
Técnica 2: Análise de Provas — Documentos, perícias técnicas, depoimentos de testemunhas e confissão das partes constituem provas admissíveis. O árbitro avalia força de cada elemento, observa coerências e contradições, e fundamenta sua convicção na evidência acumulada. Ao contrário de processos judiciais longos, arbitragem acelera essa avaliação porque procedimento é menos formal e as partes cooperam para reduzir burocratização.
Técnica 3: Deliberação e Redação da Sentença — Em tribunal arbitral com mais de um árbitro (número ímpar evita empate), discussão reservada e votação fundamentam a decisão. A sentença deve conter fundamentação jurídica que explique a lógica do julgamento e o dispositivo que enuncia claramente o que foi decidido. O árbitro não pode conceder algo fora ou além do que foi pedido nem ultrapassar os limites da convenção de arbitragem. Fonte: Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação, cap. 9.
Técnica 4: Questões sobre Jurisdição — Quando um árbitro enfrenta objeção sobre sua autoridade ou sobre a validade da convenção de arbitragem, usa o princípio da competência-competência: decide ele próprio se tem jurisdição. Essa autonomia evita impasse entre arbitragem e jurisdição estatal, acelerando o processo. Fonte: Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação, cap. 6.
Técnica 5: Diferenciação entre Arbitragem e Mediação — O mediador não impõe solução; organiza o diálogo para que os próprios envolvidos construam uma saída. Especialmente adequada quando existe relação anterior que se pretende preservar ou reconstruir. Na arbitragem, o árbitro decide, e decisão é vinculante. Profissional deve dominar quando indicar cada método conforme o tipo de conflito e desejo das partes. Fonte: ConcurSeja, vídeo Diferenças entre Métodos de Resolução de Conflitos.
Fatos e história da arbitragem no Brasil
A arbitragem existe no Brasil desde o período colonial, assumindo caráter obrigatório em determinadas controvérsias comerciais no século XIX. O Barão do Rio Branco participou de arbitragens internacionais ligadas às fronteiras brasileiras, demonstrando uso do método em questões de Estado. Antes da Lei nº 9.307/1996, sentença arbitral precisava ser homologada pelo Poder Judiciário. A legislação eliminou essa etapa para sentença arbitral nacional e consolidou seu caráter definitivo, sem recurso ordinário. Fonte: Arbitragem - Um Novo Campo de Trabalho, cap. 1.
Em 1995, Brasil aprovou a Convenção Interamericana sobre Arbitragem Comercial Internacional, promulgada em 1996 simultaneamente com a Lei de Arbitragem (23 de setembro de 1996). Também aprovou a Convenção Interamericana sobre Eficácia Extraterritorial de Sentenças e Laudos Estrangeiros, ampliando o reconhecimento de decisões proferidas no exterior. O Acordo sobre Arbitragem Comercial Internacional do MERCOSUL, elaborado com base em convenções interamericanas e na Lei Modelo da CNUDCI, entrou em vigor para o Brasil em 9 de outubro de 2002. Fonte: Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação, cap. 12.
Antes dessa modernização legal, o sistema exigia dupla homologação de sentenças estrangeiras, processamento demorado que desestimulava uso transnacional de arbitragem. A reforma estruturou um regime que reconhecia autonomia da cláusula arbitral e atribuía à sentença efeitos equiparáveis aos da sentença judicial. Formação jurídica brasileira passou a incorporar métodos alternativos de solução de conflitos e disciplinas de perfil humanista, considerando negociação e conciliação como etapas prévias à via judicial. Fonte: Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação, cap. 3.
A Lei de Arbitragem alcançou até contratos com cláusula arbitral celebrados antes de sua entrada em vigor, em razão da natureza processual atribuída à legislação (conforme orientação sumulada). Precedente do STJ reconheceu validade de cláusula compromissária em contrato de sociedade de economia mista explorador de atividade econômica, desde que litígio envolvesse direitos disponíveis, reafirmando efeito vinculante da escolha pela via arbitral. Fonte: Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação, cap. 5.
Tecnologias digitais e comércio eletrônico favorecem arbitragens envolvendo participantes localizados em países diferentes. Redução da relevância prática de distância e circulação transnacional de dados permitem que procedimentos ocorram sem deslocamento físico de partes e árbitros, democratizando acesso a julgadores especializados em matérias técnicas independente de localização geográfica. Fonte: Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação, cap. 11.
Quanto ganha um árbitro e mediador de conflitos?
Remuneração varia conforme valor da causa arbitrada e tabela da instituição administradora. Em arbitragens comerciais, honorários variam de algumas centenas a dezenas de milhares de reais por caso, dependendo da complexidade e da sede regional. Profissionais experientes em instituições consolidadas tendem a receber honorários maiores que iniciantes. Não há salário fixo: cada arbitragem gera receita específica, o que torna profissão atraente para quem busca independência econômica e flexibilidade de agenda.
| Fator que impacta remuneração | Efeito na receita |
|---|---|
| Valor da causa | Arbitragens acima de R$ 1 milhão geram honorários substancialmente maiores que controvérsias de menor vulto. |
| Complexidade técnica | Conflitos que exigem perícia em engenharia, propriedade intelectual ou finanças justificam honorários premium. |
| Institucional vs. ad hoc | Arbitragem institucional segue tabela pública da entidade; ad hoc permite negociação direta entre partes e árbitro. |
| Experiência e reputação | Árbitros com histórico de decisões respeitadas e atuação em grandes instituições conseguem taxas acima da média. |
| Duração do procedimento | Arbitragens que se estendem 18 a 24 meses geram honorários maiores que as resolvidas em 6 meses. |
| Localização geográfica | Profissionais em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília concentram demanda de grandes empresas e recebem mais que em cidades menores. |
Além de honorários por caso arbitrado, árbitro pode estruturar complementos de receita através de mediação (consultorias sobre resolução de conflitos), capacitação de empresas sobre cláusulas arbitrais, consultoria a profissionais que desejam ingressar na área e publicação de pareceres jurídicos em revistas especializadas. A construção de reputação leva tempo: primeiros anos de atuação podem gerar receita modesta enquanto se acumulam referencias. Porém, após estabelecer expertise e network, profissional experiente consegue gerenciar múltiplas arbitragens paralelas, otimizando receita anual.
Quanto custa e por que é gratuito?
A matrícula inicial é gratuita. Você acessa conteúdo completo (aulas em vídeo, materiais em PDF, exercícios) sem pagar nada na primeira inscrição. Certificado digital é emitido sem custo adicional após conclusão do curso. Esse modelo funciona porque plataforma diversifica receita: cursos pagos dentro do catálogo, serviços premium (certificado impresso, versão internacionalizada), parcerias com instituições que buscam profissionais capacitados e publicidade contextual dentro da plataforma.
Cursos livres dependem de escala: quanto mais alunos acessam gratuitamente, maior valor agregado para parceiros e patrocinadores. Seu certificado digital beneficia a plataforma porque valida a qualidade do aprendizado e amplia a rede de profissionais certificados. A gratuidade também reduz barreira de entrada: profissional de qualquer renda consegue aprender arbitragem, preparando-se para carreira independente sem depender de formação paga prévia.
Se desejar benefícios adicionais, existem custos opcionais: certificado impresso (entrega pelos correios), versão bilíngue ou trilíngue, declaração de matrícula em papel timbrado, ou atualização perpétua do certificado. Esses serviços são completamente opcionais; o acesso ao conhecimento permanece gratuito. Valor total do certificado digital + conteúdo é R$ 0,00 (zero) se você optar apenas pela versão digital padrão.
Limitações do curso e para quem não é indicado
Este é curso livre, não substitui graduação ou curso técnico. Você não recebe registro profissional obrigatório junto a órgão regulador porque arbitragem no Brasil não exige licença de órgão estatal como fisioterapia ou engenharia. A plataforma não oferece reconhecimento do MEC nem emite certificado com força para fins de concurso público que exija formação específica em arbitragem. Se meta é ingressar em carreira que exige graduação completa, este curso é complementar, não substitutivo.
O curso não é indicado para quem espera aprender aplicação de arbitragem em direito de família (guarda de filhos, divórcio e pensão alimentícia). Questões que envolvem direitos indisponíveis permanecem fora do escopo arbitral, e legislação brasileira restringe esses métodos para família. Se interesse é apenas em mediação de conflitos pessoais ou familiares, conteúdo enfatiza arbitragem comercial e não fornecerá profundidade suficiente em mediação familiar.
Também não serve para quem busca carreira rápida ou garantida em grandes escritórios: arbitragem é profissão de especialização que exige construção de reputação ao longo de anos. Primeiros casos podem demorar a chegar e honorários tendem a ser modestos até consolidar expertise e network. Se expectativa é receber ofertas de trabalho imediatamente após conclusão, curso fornecerá conhecimento mas não acesso automático a clientes.
Não é indicado para quem não domina português escrito ou preferir aprendizado apenas em inglês: plataforma oferece conteúdo primariamente em português do Brasil, com opções de tradução apenas sob demanda (e com custo adicional). Se você precisa de legendas ou dublagem automática em tempo real, alguns vídeos podem não oferecê-las nativamente.
Por fim, este curso não substitui supervisão ou mentoria de árbitro experiente para atuação real. Conhecimento adquirido aqui é fundamentação teórica e procedimental. Para exercer arbitragem de verdade, você precisará estudar casos reais, acompanhar procedimentos, receber feedback de profissionais consolidados e, eventualmente, cumprir requisitos específicos de instituições arbitrais onde desejará se registrar (como câmaras de arbitragem comercial).
Certificado, crachá digital e validação
Ao concluir todas as aulas e passar nos exercícios, você recebe certificado digital em PDF emitido pela plataforma, contendo nome completo, data de conclusão, carga horária, referência ao curso e QR code que permite a qualquer pessoa verificar autenticidade. O certificado é enviado automaticamente ao email cadastrado, disponível para download imediato.
O QR code funciona como sistema de verificação: alguém escaneia com smartphone, acessa página externa que confirma seu nome, data de conclusão e instituição emissora. Não é possível falsificar porque validação é criptografada no servidor. Você pode compartilhar link público do certificado em LinkedIn, CV ou portfólio profissional, permitindo que clientes, colegas ou instituições arbitrais verifiquem sua formação em tempo real.
Crachá digital é versão condensada do certificado: badge em formatos .png e .svg otimizados para redes sociais, assinatura de email ou site pessoal. Mostra logo da plataforma, nome do curso, data e QR code de verificação em tamanho reduzido. Você consegue fazer download durante o processo de emissão do certificado, junto com versão em alta resolução para impressão.
A plataforma mantém registro permanente de sua conclusão em banco de dados. Mesmo que você crie nova conta ou perca o PDF, consegue recuperar certificado acessando histórico de cursos concluídos no painel de aluno. Certificado não expira: é válido indefinidamente porque representa aprendizado adquirido em data específica e não exige renovação periódica (ao contrário de licenças profissionais de alguns setores).
Como emitir certificado, versão em inglês e declaração?
Certificado digital padrão é emitido automaticamente e enviado por email após conclusão. Você acessa painel de aluno, guia “Meus Cursos”, seleciona o curso concluído e clica em “Baixar Certificado”. Arquivo chega em PDF, pronto para compartilhar, imprimir ou enviar a instituições.
Versão em inglês do certificado exige solicitação: na página de emissão, clique “Traduzir para Inglês”. Sistema processa em até 24 horas e envia versão bilíngue (português e inglês na mesma página) ao email. Essa opção tem custo opcional (varia conforme políticas da plataforma; consulte seção de checkout). Tradução é profissional, mantendo dados originais e QR code de verificação.
Declaração de matrícula é diferente de certificado: comprova que você se inscreveu no curso, mesmo antes de concluir. Solicitável em qualquer momento durante a jornada. Acesse painel, busque opção “Solicitar Declaração de Matrícula”, escolha formato (digital ou impresso), e documento é gerado em poucos minutos. Declaração inclui: nome do aluno, nome do curso, data de inscrição, carga horária total, status atual (em andamento ou concluído) e assinatura digital da instituição.
Certificado impresso em papel timbrado é enviado pelos correios. No painel de emissão, escolha “Imprimir e Enviar”, informe endereço e dados complementares. Prazo de entrega varia de 10 a 20 dias úteis conforme CEP. Certificado chega em envelope seguro, em papel resistente (180g) com proteção contra falsificação. Custo incluído ou cobrado separadamente conforme plano escolhido.
Recuperação de certificado antigo: se completou o curso em edição anterior ou está em novo dispositivo, acesse “Histórico de Certificados” no painel, busque o nome do curso e download está disponível. Nenhuma taxa para recuperar documento que já foi emitido. Se data de conclusão não aparecer, entre em contato com suporte da plataforma informando email e nome do curso; equipe recupera registro em base histórica.
Cursos complementares que expandem sua carreira
Após dominar arbitragem, profissional pode ampliar atuação em negociação, gestão de vendas e análise de oportunidades comerciais. Três cursos expandem a oferta de serviços sem abandonar especialização principal.
Análise de Vendas prepara árbitro que deseja entender dinâmica comercial de conflitos contratuais. Aprende a ler planilhas de faturamento, identificar cláusulas que geram disputa financeira e estruturar veredicto considerando impacto econômico em ambas partes. Útil quando controvérsia envolve tabelas de preço, volume de vendas ou comissão que não foi paga. Complementa arbitragem comercial porque muitos conflitos têm raiz em dados de desempenho mal interpretados.
Agente de Vendas treina árbitro a estruturar comunicação persuasiva (sem ser manipulador) durante negociação prévia à arbitragem. Mediar bem exige entender motivação de cada parte; conhecimento de técnicas de venda revela como pessoas tomam decisão sob pressão. Quando media conflito, você reconhece padrões de objeção que partes levantam e consegue refraseá-las de forma que ambas vejam saída conjunta. Habilidade diferencia mediador que apenas ouve de mediador que estrutura caminho para acordo.
Assistente de Vendas oferece base operacional: como organizar documentação de processos de negociação que resultaram em controvérsia. Árbitro que entende pipeline comercial, timing de propostas e histórico de comunicação entre partes consegue reconstruir contexto de desentendimento com mais precisão. Curso ensina a seguir trilha de emails, notas de reunião e cronograma que levou ao conflito, detalhe que frequentemente define quem tinha razão em controvérsia sobre expectativa não atendida.
Perguntas frequentes
O que é arbitragem e como funciona?
Qual é a diferença entre arbitragem, mediação e conciliação?
O que é uma cláusula compromissória?
Qual é a diferença entre cláusula compromissória e compromisso arbitral?
A arbitragem pode ser institucional e independente?
Quais são as vantagens da arbitragem em relação ao processo judicial?
O que é o princípio da competência-competência?
A sentença arbitral pode ser anulada ou impugnada?
A arbitragem funciona para qualquer tipo de conflito?
Como a arbitragem funciona em contextos internacionais?
O que faz um árbitro durante o procedimento?
A instituição da arbitragem interrompe a prescrição?
Qual é o histórico da arbitragem no Brasil?
Como as tecnologias digitais mudam a arbitragem?
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Garantir minha matrícula grátisReferências e leituras recomendadas
O que sustenta este guia, e por onde seguir estudando depois do curso.
Livros
- Arbitragem - Um Novo Campo de Trabalho 8574940011; 9788574940014 bLima, Alex Oliveira Rodrigues de
- Manual de Arbitragem - Mediação e Conciliação 9788530954529; 8530954521 bSCAVONE Jr., Luiz Antonio
Artigos científicos
- Mediação e Arbitragem na resolução de conflitos sobre preços dos contratos de parcerias empresariais no agronegócioResearch Society and Development, 2021 · acesso aberto
- A utilização de mecanismos alternativos de resolução de disputas pela administração pública em suas contratações e sua evolução legislativaRevista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, 2024 · acesso aberto
- Câmara Nacional de Resolução de Disputas - Método Alternativo de Conflitos no FutebolRevista de Formas Consensuais de Solução de Conflitos, 2016 · acesso aberto
- A Comparison of Conventional, Final-Offer, and “Combined” Arbitration for Dispute ResolutionIndustrial and Labor Relations Review, 2004
- A arbitragem tributária e o sistema brasileiro de resolução de conflitosJournal of Law and Corruption Review, 2022 · acesso aberto
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